O SNS recebeu ventiladores da China com botões e instruções em Mandarim, além das semanas de atraso e um custo de 9,3 milhões de euros.

O secretário de Estado da Saúde foi quem confirmou essa informação: “Tivemos de recorrer ao mercado e o nosso recurso ao mercado, em termos de ventiladores, foi ao mercado chinês. Alguns ventiladores vêm com indicadores e botões em chinês mas nesses mesmos ventiladores existem indicadores que são universais e que permitem ter acesso facilitado”, disse António Lacerda Sales.

Se houver casos em que não seja mesmo possível ler os indicadores, António Lacerda Sales tem uma solução: “com certeza haverá maneira de fazer formação dos profissionais. Não na língua, mas com certeza nos indicadores, o que facilitará a sua utilização”.