A Segurança Social pagou 4 milhões a pensionistas…mortos! Os pagamentos estão a ser realizados há mais de dez anos e isto só foi descoberto após uma auditoria do Tribunal de Contas.

Ainda que assuma o erro, a Segurança Social queixa-se de falta técnicos e rejeita as conclusões do Tribunal de Contas que se reefre às pensões no ano de 2016 e 2017 onde foram detetados “pagamentos indevidos de pensões de sobrevivência e de direito próprio a falecidos”.

Para quela entidade “a quebra generalizada e continuada de recursos humanos que se verificou desde 2010 no Centro Nacional de Pensões (CNP), que em 2017 ficou reduzido a pouco mais de metade dos efetivos de que dispunha em 2010 (quebra de 43%), conjugada com o aumento da procura verificada ao nível dos requerimentos apresentados, são os principais fatores que têm contribuído para o aumento da pressão sobre o CNP, condicionando a sua capacidade de resposta.

Acresce a complexidade técnica das pensões, que exige desenvolvimentos ao nível dos sistemas de informação, os quais têm vindo a decorrer, de forma a diminuir a componente manual na análise e tratamento da maioria dos pedidos de reforma”.

A Segurança Social revela estar a realizar “esforços com vista adequar a sua capacidade de resposta à procura crescente por parte dos cidadãos, com particular ênfase na área das pensões”.