A ex mulher de João Moura defendeu ex marido: “Cheguei a ver o João dar bifes da vazia”. Filipa Telles de Carvalho recorreu ao Facebook para defender o cavaleiro e esclarecer que investigação levada a cabo pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR não partiu de uma queixa sua.

Detido na passada quarta-feira, dia 19 de fevereiro, na sua herdade, em Monforte, por alegado crime de maus tratos a animais de companhia, a Guarda Nacional Republicana (GNR) mostrou os cães do cavaleiro, de 59 anos, em estado de subnutrição.

A ex mulher, veio agora a publico dizer: «Venho por este meio expor toda a minha indignação referente ao que tem sido publicado em relação ao João Moura, pai dos meus filhos, e que agora até dizem que a queixa vem da minha própria pessoa.

Só uma pessoa sem o mínimo de princípios, formação e valores faria algo para prejudicar o pai dos meus filhos e, claro, automaticamente, os meus filhos! Se tenho algum problema com ele, é com ele que trato, não preciso de mais ninguém ao barulho, porque sempre resolvi os meus problemas frontalmente e de forma reta! Sempre conheci o João como uma pessoa que dedica o seu tempo aos animais, em especial aos galgos, devido à sua adoração pelo desporto de galgos a corricão, e que me ensinou a gostar do mesmo desporto, não com a mesma dedicação que ele impõe», escreveu.

Nunca, mas nunca, em todo o tempo que vivi com o João lhe vi tomar alguma atitude de maus-tratos, bem pelo contrário, se possível até passa o dia todo com eles. Tem os seus defeitos como todos nós temos, só uma pessoa que não se olhe ao espelho, e não veja que tem defeitos, será completamente estúpida em admiti-lo! Tendo isto em conta, e para conhecimento geral, cheguei a ver o João a dar à “Ajera”, cadela que foi Campeã de Espanha, bifes da vazia (proteína) só para a menina estar bem para o campeonato!

Logo, daqui se vê a pessoa que ele é, já para não falar a todas as pessoas que ajudou durante toda a vida, e que hoje em dia lhe viram as costas! Mas por aqui teria que me alargar mais e não é o assunto em causa. Para terminar, o João só dá aquilo que pode nos dias de hoje… E com isto me fico! Para bom entendedor meia palavra basta. Para quem está a pôr o meu nome em causa em relação à queixa, se os tiver no sítio, agradeço que me diga alguma coisa, pois gosto das coisas muito bem esclarecidas», terminou.