Um relatório afirma que 6 eurodeputados portugueses ganharam meio milhão por fora, sendo que Paulo Rangel é o que mais contribui para colocar Portugal na primeira metade desta tabela.

Gestão de empresas, advocacia, consultoria, ensino, participação em conferências ou programas de televisão, são algumas das 1.366 actividades paralelas declaradas e que já geraram 18 milhões de euros.

Um relatório da Transparency International, divulgado em Bruxelas esta terça-feira, 10 de Julho, mostra que seis dos 21 eurodeputados portugueses (ou seja, quase um terço dos eleitos em Julho de 2014) declaram exercer estes cargos.

“Grandes rendimentos auferidos por fora representam um sério risco de conflitos de interesse. Que interesses estão, na verdade, esses eurodeputados a representar? O dos cidadãos ou o daqueles que lhes pagam por esses empregos paralelos?”, questiona Daniel Freund.

Em declarações ao jornal Público, Paulo Rangel desmente e afirma que “os valores apresentados são manifestamente falsos”.
As actividades declaradas por Rangel terão rendido nos últimos quatro anos entre 280 mil e 704 mil euros ao actual vice-presidente do Partido Popular Europeu (PPE), fixando-o na 12.ª posição.

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