Empresas privadas de helicópteros pressionaram o governo a tirar Força Aérea do combate aos incêndios. Aos poucos vão-se descobrindo pormenores sobre o que se passa por detrás do combate aos incêndios e do negócio que isso se torna!

Muitos dos pilotos dos helicópteros de combate a incêndios, assim como os mecânicos, são oficiais e sargentos da Força Aérea Portuguesa que tiram férias afim de prestarem serviços extra a empresas privadas no combate aéreo a incêndios florestais em períodos críticos.

Todos os anos as associações de bombeiros recebem cerca de €50 por cada elemento que presta serviço de 24 horas nos bombeiros, no período Alfa e Bravo.

Mas, os comandos e direcções nem sempre entregam esses honorários aos elementos activos, alegando que parte da verba fica retida para melhoramentos nos quartéis de bombeiros ou aquisição de material.

Embora se saiba que tais aquisições são pagas pelas autarquias e beneméritos. O rasto do dinheiro é perdido.

O Ministério da Administração Interna, Ministério Publico e Protecção Civil são conhecedores deste ilícito, mas nenhum, até hoje, teve vontade de repor a legalidade.

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Os homens e mulheres (verdadeiros bombeiros) sofrem em prol do protagonismo e pragmatismo daqueles que não olham a meios para atingir os seus fins.

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