Fechou o maior buraco existente na camada de ozono no Pólo Norte, de acordo com informação avançada pelo Copernicus que realiza previsões meteorológicas de médio-alcance.

De acordo com o Copernicus, o buraco teve origem devido Às baixas temperaturas que se têm registado no Pólo Norte, devido ao impacto das medidas de isolamento social em todo o mundo devido à Covid-19.

Diego Loyola, um dos analistas do fenómeno afirmou que: “O buraco de ozono que observamos no Ártico, este ano, tem uma extensão máxima de menos de 1 milhão de quilómetros quadrados. Isto é pequeno em comparação com o buraco antártico, que pode atingir um tamanho de cerca de 20 a 25 milhões de quilómetros quadrados, com uma duração normal de cerca de 3 a 4 meses”.