A advogada de Rosa Grilo e ex-PJ foram constituídos arguidos por suspeita de “plantar” bala para baralhar o julgamento.

A advogada Tânia Reis e o ex-inspector da Polícia Judiciária (PJ) João de Sousa foram ouvidos no âmbito de um inquérito aberto no seguimento da descoberta de uma bala na banheira do quarto de Rosa Grilo e de Luís Grilo nas Cachoeiras, em Vila Franca de Xira.

A bala foi descoberta mais de um ano e meio depois do homicídio do triatleta e as fotografias tiradas pelo Laboratório de Polícia Científica mostram que “é posterior ao crime”, de acordo com informação do Correio da Manhã (CM).

Tânia Reis não prestou declarações perante a PJ e João de Sousa terá negado a prática dos factos, como informa o CM: “Acho pouco provável que tenha sido um erro dos meus ex-colegas na recolha de material. Mas os magistrados e inspectores também erram”, disse o ex-PJ em declarações a este jornal.